Em 2007, investidores italianos e luxemburgueses apresentaram uma queixa no tribunal arbitral contra a África do Sul no valor de 350 milhões de dólares, porque uma nova lei de mineração continha regras anti-discriminação visando corrigir algumas das injustiças do regime do apartheid. A lei exigia que as empresas de mineração transferissem parte de suas acções para investidores negros. A disputa foi interrompida em 2010, depois de os investidores terem recebido novas licenças exigindo uma alienação muito mais baixa de acções.