Menos emprego

Aumento do desemprego:
O Tratado visa remover as barreiras tarifárias e legais que restringem a circulação de mercadorias e serviços. Assim, muitos produtos estrangeiros entrarão nos mercados europeus a preços inferiores destruindo a produção nacional. No caso português, os exemplos mais evidentes respeitam a empresas agro-industriais produtoras de tomate e citrinos que encerrariam na sua maioria. Estes factos significam que as empresas mais competitivas terão de virar-se decisivamente par a exportação, estimando-se que as transacções dentro da UE deverão cair significativamente. Esta situação denota um evidente aumento do desemprego, transferência de emprego e um ligeiro aumento no emprego do ramo exportador, mas que fica muito longe de compensar as perdas nos outros sectores mais atingidos. Devido a um tratado semelhante (NAFTA) com os EUA, o México perdeu 1 milhão de empregos em poucos anos.

Perda de direitos e reduções salariais:
Os estudos estimam que, mesmo nos casos em que os trabalhadores consigam novos empregos, eles são mais mal pagos e terão menos direitos que anteriormente.
A quase totalidade dos estudos conhecidos admite que os actuais níveis de desemprego se devem manter.
Uma vez que o objectivo central do tratado é maximizar os lucros e protegê-los, a legislação sobre o salário mínimo está em risco. No caso do Egipto, a empresa Veolia protestou o aumento do salário mínimo nesse país e ganhou muitos milhões com o processo.

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