Quando?

Dom, 11 de Fevereiro
de 10H00 até 18H00.

Onde?

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O furo de prospeção de petróleo e gás em Aljezur caducou, mas a GALP disse que ia perfurar na primavera. Estão a chegar os furos na Zona Oeste e na Batalha/Pombal, mas há um silêncio enorme sobre eles.

A Europa tem de fechar todas as seus centrais de carvão até 2031 para cumprir os seus próprios compromissos (que são só metade do que é necessário para evitar o caos climático), mas Portugal continua a subsidiar a EDP e estendeu o prazo das centrais de Sines e do Pego até 2030.

Recentemente, o governo assinou um acordo com Espanha para aumentar a capacidade do Porto de Sines e para construir 160 km de novos gasodutos, para receber gás de fracking dos EUA, mas o primeiro-ministro António Costa continua a dizer que o país será carbono neutro em 2050.

Desde Pedrogão Grande até aos furações nas Caraíbas, a crise climática está a fortalecer-se. Por todo o mundo, as comunidades indígenas, os/as trabalhadores/as e jovens estão levantar-se para contrariar as injustiças sociais e climáticas.

Vivemos num período muito especial. As nossas sociedades estão a fazer escolhas decisivas para as décadas que vêm. Existem ainda muitas incertezas na nossa história coletiva, e é exatamente por isso que vale pena lutarmos agora!

Para ganhar, precisamos de toda a gente e precisamos de conversar e convergir. Os Encontros Nacionais pela Justiça Climática são momentos-chave neste processo. Neste ano vamos discutir sobre:

– Floresta, incêndios e alterações climáticas
– Mineração no Fundo do Mar
– Justiça climática
– Transportes Públicos
– Injustiças do Comércio Internacional
⁻ Exploração de Petróleo e Gás
– Alternativas
– Migrações, refugiados e alterações climáticas
– Experiências de luta noutros países (com convidad@s do Brasil, Alemanha e Reino Unido).

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